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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

CONEXÃO DR PRÁTICA DE PESQUISA COM A DISCIPLINA LEITURA E ESCRITA, MINISTRADAS PELO PROFESSOR VICENTE MARTINS (UVA, Letras, Sobral, 2008.2)





UVA – Pró-Reitoria de Ensino de Graduação


Curso de Letras


Semestre Letivo: 2008.2


PLANO DA DISCIPLINA[1]

I - Disciplina: Leitura e Escrita


1.1. A disciplina Leitura e Escrita (ou Práticas de Leitura e Escrita), com 04 créditos teórico-práticos, tem uma carga horária de 60 horas/aula, prevista no 5º período da Estrutura Curricular do Curso de Licenciatura em Letras – Habilitação em Língua Portuguesa, conforme o que estabelece a Resolução Nº 92/2005 – CEPE, de 16 de dezembro de 2005. A disciplina supracitada é um dos cinco componentes pedagógicos da chamada base de formação pedagógica e prática, conforme o Projeto Pedagógico do Curso de Letras (p.20).


II – Docente responsável: Professor assistente Vicente Martins. E-mail:
vicente.martins@uol.com.br. Além deste Programa de Disciplina, foi elaborada uma Programação de Aulas, anexado ao presente documento, indicando e detalhando as datas de aulas e suas respectivas carga horária, atividades acadêmicas, ao longo das 60 horas/aula. O Programa da Disciplina (P.D) mais a Programação de Aulas(P.A) formam o que denominamos, academicamente, de Plano de Trabalho Docente (P.T.D).
III – Ementa da disciplina: Estudo dos fundamentos lingüísticos, literários, psicolingüísticos e neurolingüísticos para as práticas de produção de leitura e de escrita (textos). Fundamentos pedagógicos para o ensino-aprendizagem da leitura e da escrita. Os modelos e processos de leitura e escrita. Teoria e prática da avaliação das competências leitora e escritora dos exames nacionais e internacionais.
IV – Objetivos da disciplina:
4.1. A disciplina Leitura e Escrita, aqui denominada de Práticas de Leitura e Escrita, tem por objetivo levar o aluno a discutir as diferentes propostas teóricas que pretendem dar conta dos processos de leitura e escrita, a que chamamos de lectoescrita. Pretendemos, assim, contribuir com a formação do futuro profissional de Letras, que atuará no ensino da língua materna, a fim de que ele desenvolva estratégias instrucionais efetivas de modo a assegurar a aprendizagem das duas habilidades lingüísticas bem como melhorar o desempenho dos estudantes da educação básica nas áreas de leitura inicial, leitura compreensiva e produção de textos escritos.
4.1. Objetivos específicos da disciplina:
- Propiciar a formação de educadores nas práticas de leitura e de escrita, conscientes da importância da leitura e a escrita como processos cognitivos indispensáveis à transformação do homem histórico, inteligente, livre e emancipado e do contexto histórico-social em que se desenvolve;
- Estimular o desenvolvimento da capacidade reflexiva e crítica do futuro docente na área de língua materna frente a diferentes proposições relacionadas com os processos de compreensão e produção lingüística e discursiva;
- Propiciar a aplicação de estratégias inovadoras no campo do ensino e a aprendizagem da leitura e a escrita como resposta a projetos histórico-pedagógicos definidos de acordo com as necessidades reais da escola de educação básica;
- Contribuir com o desenvolvimento das atividades de prática de pesquisa ou de projeto de pesquisa nas áreas de leitura e escrita com vistas à revisão e melhoria permanente e sistemática do processo de ensino e aprendizagem;
- Propiciar o desenvolvimento e aplicação de modelos e avaliativos nas áreas de leitura e escrita;
- Motivar o futuro profissional de Letras para que assuma um desafio como agente fundamental na promoção da leitura e escrita dentro dos meios sociais diversos, atendendo tanto crianças ditas normais como as especiais, no campo da lectoescrita, nas diversas ambiências de educação escolar, especialmente nas instituições da rede oficial de ensino, instâncias ideais para a prática inovadora e exitosa do bom exercício do professor de língua materna.
V – Conteúdo programático
Para a disciplina Leitura e Escrita, oferecemos, este semestre, três unidades de estudos:

5.1. I Unidade – A leitura e a escrita na educação básica (12 horas/aula)

Nesta unidade, apresentaremos a leitura e a escrita como dois importantes componentes pedagógicos da educação básica, especialmente o ensino fundamental e ensino médio, conforme o que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei 9.394/96). A partir de documentos oficiais do MEC/INEP, analisaremos os dados nacionais da educação em leitura e escrita, através de números e percentuais de desempenho leitor e escritor e os parâmetros de avaliação dos estudantes brasileiros.


5.2. II Unidade: Teorias da leitura e da escrita (32 horas/aula)

Nesta unidade, buscamos uma definição que descreva e explique os processos de compreensão e produção de textos escritos de maneira cabal. Revisamos as principais teorias e modelos que procuram dar conta destes processos. Indagamos sobre os processos inferenciais, estratégias e procedimentos de leitura e escrita. Exploramos a metacognição e o desenvolvimento da competência discursiva.


5.2.1. O processo ensino-aprendizagem da leitura (16 horas/aula)
Esta subunidade é natureza teórico-prática, destinada a desenvolver nos alunos competências que lhes permitam esboçar, implementar e avaliar as práticas de leitura nas escolas da educação básica. Serão analisados e avaliados programas e materiais didáticos para o desenvolvimento de estratégias de compreensão leitora.

5.2.2. O processo ensino-aprendizagem da escrita (16 horas/aula)

Esta subunidade é de natureza teórico-prática, que considera o texto escrito como unidade de análise em que se conjugam processos e estratégias cognitivas, metacognitivas e sócio-afetivas. Estudaremos o desenvolvimento de competências para o planejamento, avaliação e otimização dos processos do ensino da escrita. Serão avaliados, no âmbito das escolas de ensino fundamental e médio, programas e materiais didáticos para o desenvolvimento de estratégias de produção escrita.
5.3. III Unidade – Avaliação da leitura e escrita (16 horas/aula)

Nesta unidade, considera-se a avaliação autêntica da leitura e escrita como um processo permanente, colaborativo e multidimensional, dando ênfase nas diferente instâncias em que a avaliação destas habilidades se aplica. Nesta unidade de estudo, aprofundaremo-nos nos procedimentos quantitativos e qualitativos para medir a compreensão como um processo principalmente inferencial e a escrita como um processo recursivo e em etapas, como também situado e interativo.

VI – Metodologia de ensino

6.1. A disciplina será ministrada através de aulas teóricas e práticas. Serão aulas expositivas, ministradas pelo docente, acompanhadas de diversos exemplos, que deverão auxiliar os alunos na reflexão e crítica dos textos apresentados na disciplina. Para a aplicação dos conhecimentos adquiridos em sala, os alunos deverão elaborar as seguintes atividades acadêmicas: (a) Levantamento de dados sobre o desempenho leitor (Língua portuguesa) dos municípios do Noroeste do Estado do Ceará referente ao índice de Desenvolvimento da Educação.;(b) Comentários críticos aos textos indicados pelo professor na bibliografia básica e na bibliografia complementar. Aqui serão cobradas dos graduandos sugestões para atividades de promoção, incentivo e intervenção nas práticas de leitura e escrita da escola+; b) Elaboração de artigos científicos a partir da análise dos resultados de uma sondagem educacional sobre crianças com dificuldades na aprendizagem de leitura, escrita e ortografia no contexto escolar. Será viável, nesta atividade, a coleta de informações sobre as crenças e práticas de professores de escolas publicas, estaduais ou municipais, com ênfase no ensino-aprendizagem de leitura e escrita, a partir um roteiro e questionário de observação das atividades docentes e ) Elaboração de um glossário de termos relacionados com os processos de leitura e escrita, a título de trabalho final da disciplina, em equipe, seguindo as orientações metodológicas do professor e o rigor do trabalho científico e da normatização da ABNT. Esta atividade acadêmica é denominada abreviadamente de GELÊ (Glossário Especializado em Lectoescrita)


VII – Sistemática de avaliação

7.1. Entendemos que no âmbito da formação de professor a avaliação a ser acolhida pelo docente é a formativa. Pesarão mais os aspectos qualitativos do que os quantitativos. Para a definição da média final da disciplina serão apreciadas, pelo menos, três avaliações parciais, conforme a sistemática da UVA, levando-se em conta a participação dos alunos nas atividades orientadas pelo professor, freqüência às aulas(75 por cento da presença em sala) e contribuição dos alunos para o aprofundamentos de estudos dos colegas de sala. A cada encontro, será entregue uma folha com nomes dos alunos matriculados para que possam autografar no dia da aula ministrada. O aluno assinará no espaço reservado à hora-aula, ficando a hora-trabalho para se validada pelo professor, quando o aluno cumprir as atividades domiciliares. O Blog para divulgação das atividades da disciplina: :
http://leitura-escrita.blogspot.com/


VIII – Bibliografia Básica

Eis a bibliografia compulsada para a disciplina Leitura e escrita (Prática de Ensino de Leitura e Escrita), com detalhamento sugestivo de atividades acadêmicas, em sala de aula (h/a) e fora de sala (h/t)

I Unidade – A leitura e a escrita na educação básica (12 horas/aula, sendo 06 hora/aula e 06 hora/trabalho)

Os três primeiros encontros serão reservados à apresentação da disciplina (Plano de trabalho docente: programa da disciplina + programação de aulas), à leitura e à discussão, em sala de aula, dos documentos oficiais sobre a questão as provas nacionais (Prova Brasil, SAEB, ENEM, PISA etc) que visam aferir a competência em leitura do País. Paralelamente a esta atividade de leitura crítica dos três documentos (3003, 2004) os alunos deverão acessar ao site do MEC/INEP/IDEB para consultar e avaliar, por escrito, a situação dos seus municípios quanto ao IDEB atual e as projeções para os próximos anos. A atividade proposta é batizada de “O IDEB nas escolas públicas (estaduais e municipais) do meu Município: análise dos dados” e deverá ser entregue em versão impressa e uma versão em CD. Esta atividade valerá para definição da Nota de AP1.

Textos a serem lidos e discutidos:

1. BRASIL. Ministério da educação. Qualidade da educação. Uma nova leitura do desempenho dos estudantes da 4ª série do ensino fundamental. Brasília: INEP, abril 2003.
2. BRASIL. Ministério da educação. Qualidade da educação. Uma nova leitura do desempenho dos estudantes da 8ª série do ensino fundamental. Brasília: INEP, dezembro 2003.
3. BRASIL. Ministério da educação. Qualidade da educação. Uma nova leitura do desempenho dos estudantes da 3ª série do ensino médio. Brasília: INEP, abril 2004
4. BRASIL. Ministério da educacão.
Consulta ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB. Brasília: MEX/INEP. Documentos disponiblizados, por municípios, na internet: http://ideb.inep.gov.br/Site/


II Unidade: Teorias da leitura e da escrita (32 horas/atividade, sendo 16 horas/aula e 16 horas/trabalho).

Para o desenvolvimento das atividades acadêmicas desta unidade, subdividida em dois momentos, o professor enfatizará a leitura dos textos. O professor recomenda que o aluno elabore resenhas ou pequenos resumos dos textos lidos para comentar em sala de aula e levantar dúvidas durante a exposição em sala de aula. Uma estratégia pedagógica para maior assimilação dos textos, a ser adotada, para as atividades em equipe, pelo professor Vicente Martins, será a realização, em sala, de seminários temáticos (baseados em temas dos textos indicados para leitura). Quando não for realizado seminário temático, o professor ou grupo de alunos deverá, a partir da leitura do texto indicada, previamente, na programação de aulas, aplicar, para uma simulação de prática de ensino, o conteúdo do texto lido e discutido em grupo. No final desta unidade, o(a) aluno(a) ou grupo de alunos deverá entrega um glossário termos relacionados com leitura e escrita de todas as obras indicadas nesta unidade e também na obra SHAYWITZ(2006), esta, pois, será lida, por antecipação, para atender esta atividade plenamente (GELÊ). Estas atividades valerão para definir notas de AP1 e AP2.
Esta unidade está dividida em duas subunidades:

2.1. O processo ensino-aprendizagem da leitura (16 horas/atividade, sendo 08 horas/aula e 08 horas/trabalho)

Textos a serem lidos e discutidos:

1. COLOMER, Teresa, CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2002. P. 59-88.
2. COLOMER, Teresa, CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2002. P. 29-57.


3. CRAVEIRO, Ana Nery Marinho. Dificuldades na aquisição da língua escrita e metacognição: perspectivas de solução. In CRUZ, Silvia Helena Vieira, TETRALANDA, Mônica (orgs.). Linguagem e educação da criança. Fortaleza: UFC, 2004. P.300-316.


4. LINS, Sylvie Delacours. Representações da leitura no inicio da alfabetização. In CRUZ, Silvia Helena Vieira, TETRALANDA, Mônica (orgs.). Linguagem e educação da criança. Fortaleza: UFC, 2004. P.287-299.


5. MARTINS, Vicente. O método fônico na alfabetização de crianças. In CLEBSCH, Júlio. Educação 2008: as mais importantes tendências na visão dos mais importantes educadores. Curitiba: Multiverso, 2008. p. 142-143.


6. PAULA, Francirene de Souza. O redimensionamento do processo de alfabetização no Ceará. In CRUZ, Silvia Helena Vieira, TETRALANDA, Mônica (orgs.). Linguagem e educação da criança. Fortaleza: UFC, 2004. P.352-369.


7. SMITH, Frank. Leitura significativa. 3ª Ed.Tradução de Beatriz Affonso Neves.Porto Alegre: Artmed, 1999. P.19-49.

2.2. O processo ensino-aprendizagem da escrita (16 horas/atividade, sendo 08 horas/aula e 08 horas/trabalho)

8. CONDEMARÍN, Mabel, MEDINA, Alejandra. Avaliação autêntica: um meio para melhorar as competências em linguagem e comunicação. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2005. p. 49-88.
9. GUEDES, Paulo Coimbra, SOUZA, Jane Mari de. Não apenas o texto, mas o diálogo em língua escrita é o conteúdo da aula de português. In NEVES, Iara Conceição Bitencourt et ali (orgs.). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: UFRGS, 2006. P. 137-156.
10. MARCHI, Diana Maria. A literatura e o leitor. In NEVES, Iara Conceição Bitencourt ali (orgs.). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: UFRGS, 2006. P. 159-165.
11. ROLLA, Ângela da Rocha. Ler e escrever literatura: a mediação do professor. In NEVES, Iara Conceição Bitencourt ali (orgs.). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: UFRGS, 2006. P. 166-173
III Unidade – Avaliação da leitura e escrita (16 horas/atividade, sendo 08 horas/aula e 08 horas/trabalho).

Para esta unidade temática, o professor orientará os alunos para aplicação de uma pauta ou protocolo de observação e sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia nas escolas de educação básica(educação, nas redes públicas de ensino, municipal e estadual, na cidade em que estão domiciliados. É uma atividade, preferencialmente, individual. Cada aluno(a) deverá, pelo menos, avaliar 10 alunos, indicados por um docente da educação básica, sendo que os alunos são assim distribuidos : na educação infantil, 2 alunos; no ensino fundamental, 6 alunos e, no ensino médio, 2 alunos. Após aplicar a ficha, deverá fazer comentários sobre os resultados de sua pesquisa, tomando, para tanto, como referência de fundamentação teórica Sally SHAYWITZ (2006, indicado a seguir). Deverá fazer gráficos com os dados coletados. E, a partir dos dados coletados, o aluno ou grupo de alunos (somente para o caso daqueles alunos de Letras que moram na mesma cidade) deverá elaborar um artigo científico, seguindo os parâmetros da ABNT. O aluno ou grupo de aluno deverão entregar, para o professor Vicente Martins, cópias impressas destas atividades acadêmicas e cópía em CD, para futura publicação em Internet ou em revista da UVA. Estas atividades valerão para definir a nota de AP3.

12. MARTINS, Vicente. Para uma proposta de Sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia. SHAYWITZ, Sally. Entendendo a dislexia: um novo e completo programa para todos os níveis de problemas de leitura. Porto Alegre: Artmed, 2006. P. 101-108. [Proposta originalmente apresentada ao Grupo de Trabalho do MEC (SEESP/SEB, Brasília).
13. SHAYWITZ, Sally. Entendendo a dislexia: um novo e completo programa para todos os níveis de problemas de leitura. Tradução de Vinicius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 101-133.

Documentos Institucionais(UVA/Proed/Letras)
14. CEARÁ. Secretaria de Ciência e Tecnologia. Universidade Estadual Vale do Acaraú. Pró-Reitoria de Ensino da Graduação. Centro de Letras. Curso de Letras. Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Letras – Licenciatura Plena. Sobral: UVA, 2005.
15. CEARÁ. Secretaria de Ciência e Tecnologia. Universidade Estadual Vale do Acaraú. Pró-Reitoria de Ensino da Graduação. Centro de Letras. Curso de Letras. Resolução Nº 92/2005 – CEPE, de 16 de dezembro de 2005, que estabelece a Estrutura Curricular do Curso de Licenciatura em Letras – Habilitação em Língua Portuguesa. Sobral: UVA, 2005

Plano de disciplina atualizado em Fortaleza/Sobral, no período 3 a 11 de outubro de 2008.



[1] No dia 15 de outubro de 2008, o professor Vicente Martins entregou uma cópia do seu Planto de Trabalho docente (PTD), acompanhado de Plano de Disciplina e da Programação de Aulas, à Coordenação do Curso de Letras para que, em reunião do Colegiado, proceda com a leitura, apreciação crítica e avaliação acadêmica. Uma outra cópia dos dois documentos foi anexada à apostila (textos) dos alunos do 5° período, matriculados na disciplina Leitura e Escrita, nos turnos manhã e noite.


Mais informações: vicente.martins@uol.com.br

PROGRAMA DE PRÁTICA DE PESQUISA "DISLEXIAS", ORIENTADA PELO PROFESSOR VICENTE MARTINS (UVA, SOBRAL, CE, 2008.2)




Pró-Reitoria de Ensino de Graduação
Curso de Letras -2008.2
Campus da Betânia, Sobral,
Estado do Ceará
Prática de Pesquisa:
Dificuldades Específicas em Leitura
(Dislexias)

Prof. Vicente Martins
e-mail:
vicente.martins@uol.com.br
Blogs da Prática de Pesquisa: dislexias:



PLANO DE TRABALHO DOCENTE


1. Plano de docência para a Prática de Pesquisa: Dificuldades Específicas em Leitura - Dislexias: elaboração e validação de uma sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia.

Esta Prática de Pesquisa(PP) vem sendo proposta aos alunos de Letras, por mim, na Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), em Sobral, desde o ano de 2005.
Minha idéia este semestre é, inclusive, disponibilizar os recursos desta PP para os alunos da Pedagogia da UVA, uma vez que o estudo da leitura e de suas dificuldades específicas na linguagem escrita é fundamental no currículo do pedagogo bem como as demais licenciaturas (História, Matemática etc).

Trata-se de uma atividade acadêmica, presente na grade nova do currículo de Letras, e envolve dois domínios da formação inicial: a área de fundamentos lingüísticos e a área de aportes pedagógicos, configurada uma Prática de Pesquisa: Dificuldades Específicas em Leitura - Dislexias: elaboração e validação da Sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia. Aproxima-se mais imediatamente das Práticas de Ensino, tanto para os graduandos de habilitação em língua portuguesa como os de língua inglesa.

O momento áureo deste componente pedagógico será, pois, a sondagem, uma investigação acadêmica, feita para diagnosticar crianças com dificuldades específicas em leitura.
Como procedimento científico, o levantamento se definirá aqui como uma pesquisa prévia e mais ou menos aprofundada das dificuldades leituras. Posteriormente, esperamos fazer um projeto mais consistente em pesquisa psicolingüística e lingüística, tendo como corpus os dados coletados neste primeiro instante e, no futuro bem próximo pensarmos um programa de treinamento para crianças com dislexia, de modo a aprimorarem sua decodificação leitora e sua leitura compreensiva.

2. Ementa do componente pedagógico:

2.1. Prática de Pesquisa: Dificuldades Específicas em Leitura. Dislexias. Estudo das dificuldades na aprendizagem da linguagem escrita (leitura, escrita e ortografia) e suas dificuldades (dislexia, disgrafia e disortografia). Elaboração e validação da Prática de Pesquisa: Dificuldades Específicas em Leitura - Dislexias: elaboração e validação da Sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia.

3. Objetivos do componente pedagógico:

3.1. O principal objetivo desta Prática de Pesquisa é, numa perspectiva de projeto de pesquisa ou investigação, a elaboração e validação de uma Prática de Pesquisa: Dificuldades Específicas em Leitura - Dislexias: elaboração e validação da Sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia, em particular, uma sondagem das dificuldades específicas em leitura , durante a fase de aquisição, processamento e desenvolvimento d a linguagem escrita.


Mais informações nos demais conteúdos do blog: http://uva-letras-sobral-pesquisa-dislexia.blogspot.com/

Na verdade, é a construção de um protocolo, pauta ou roteiro de observações de dislexias, em sala de aula, aplicável em escolas públicas e privadas de educação básica e, ao certo, constituirá um diagnóstico informal rico de informações sobre aquisição da linguagem escrita e suas dificuldades, a partir uma experiência do graduando em sala de aula, em contato direto com os professores e alunos com ou sem dificuldade de aprendizagem em leitura, escrita e ortografia.


Trata-se de uma prática de pesquisa no campo das dificuldades específicas na leitura, escrita e o domínio da linguagem escrita em geral, especialmente a ortografia da língua portuguesa, na variante brasileira. Está orientada a dotar os alunos dos conhecimentos e competências necessários para aplicar critérios adequados na identificação, avaliação, diagnóstico e intervenção psicolingüística em crianças, jovens e adultos com dificuldades específicas na linguagem escritas, as chamadas dislexias.

A prática de Pesquisa participa ativamente na aprendizagem das seguintes competências no âmbito da linguagem escritas, próprias do perfil da lingüística clínico ou da intervenção psicolingüística. Entre as competências transversais, citamos as seguintes:

• Capacidade de análise e síntese
• Capacidade de fazer gestão de informação
• Capacidade de organização e planejamento
• Capacidade de trabalhar em equipe
• Raciocínio crítico
• Resoluções de problemas relacionados com a linguagem verbal,
• Tomar decisões e assumir a responsabilidade da dita decisão
especialmente a escrita

3.2. São objetivos mais específicos da Prática de Pesquisa:

- Explorar, avaliar e diagnosticar as dificuldades da linguagem escrita e estabelecer prognóstico de evolução de um transtorno funcional específico (dislexia, disgrafia, disortografia)


- Assessorar às escolas e às famílias quanto aos tipos de dislexias e metodologias mais apropriadas para as intervenções pedagógicas, favorecendo a participação e colaboração no acompanhamento psicolingüístico

- Dominar a terminologia que lhes permita interagir com eficácia com outros profissionais de educação (psicolingüistas, psicopedgagogos, lingüistas, pedagogos) e de saúde (neurologistas, pediatras, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas da linguagem etc).


- Compreender e situar as dificuldades na aprendizagem da linguagem escrita (dislexia, disgrafia e disortografia) no marco do desenvolvimento e funcionamento psicolingüístico das pessoas. 4. Conteúdo programático:

4.1. Bloco I – Fundamentos Teórico-práticos: estudo da aquisição, desenvolvimento e dificuldades da linguagem escrita (20 horas/atividades, sendo 8 horas/aula e 12 horas/trabalho)
Neste bloco de estudos teórico-práticos, o professor-orientador dará os fundamentos do que vem denominado dislexiologia, ramo da Psicolingüística que trata das dificuldades no aprendizado da linguagem escrita. Também deverá discutir tópicos da linguagem ou expressão escrita, especialmente o desenvolvimento lingüístico e a ortografia.

Para esta unidade temática, o professor orientará os alunos para aplicação de uma pauta ou protocolo de observação e sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia nas escolas de educação básica(educação, nas redes públicas de ensino, municipal e estadual, na cidade em que estão domiciliados. É uma atividade, preferencialmente, individual. Cada aluno(a) deverá, pelo menos, avaliar 10 alunos, indicados por um docente da educação básica, sendo que os alunos são assim distribuídos : na educação infantil, 2 alunos; no ensino fundamental, 6 alunos e, no ensino médio, 2 alunos. Após aplicar a sondagem, deverá fazer comentários sobre os resultados de sua pesquisa, tomando, para tanto, como referência de fundamentação teórica Sally SHAYWITZ (2006, indicado a seguir). Deverá fazer gráficos com os dados coletados. E, a partir dos dados coletados, o aluno ou grupo de alunos (somente para o caso daqueles alunos de Letras que moram na mesma cidade) deverá elaborar um artigo científico, seguindo os parâmetros da ABNT. O aluno ou grupo de aluno deverão entregar, para o professor Vicente Martins, cópias impressas destas atividades acadêmicas e cópía em CD, para futura publicação em Internet ou em revista da UVA. Principal fonte de leitura será: SHAYWITZ, Sally. Entendendo a dislexia: um novo e completo programa para todos os níveis de problemas de leitura. Tradução de Vinicius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 101-133.

4.2. Bloco II – Fundamentos Teórico-práticos: estudo das Dificuldades Específicas em Leitura (DEL) (20 horas/atividades, sendo 8 horas/aula e 12 horas/trabalho)

Neste bloco, objetivamos levar o aluno-pesquisador a entender os processos de leitura, nas etapas de decodificação e compreensão, e as dificuldades específicas em leitura, decorrente, sobretudo, da dispedagogia (os métodos de leitura ou as abordagens de ensino) em sala de aula. Neste bloco, os alunos farão seminários temáticos, a partir do referencial teórico (o cognitivismo), analisando os primeiros dados da Sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia.

4.3. Bloco III – Fundamentos Teórico-práticos: estudo das Dificuldades Específicas em linguagem oral, habilidades lingüísticas e ajustamento emocional. (20 horas/atividades, sendo 8 horas/aula e 12 horas/trabalho)


A partir da coleta de informações na Sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia, serão discutidos tópicos especiais como: a() vocabulário pobre; (b) sintaxe inadequada; (c) articulação de idéias incorreta; (d) expressão abreviada e (e) inibição na produção lingüística.
Neste bloco, serão as dificuldades dos alunos disléxicos em se tratando de habilidades cognitivas, como , por exemplo: (a) reconhecimento de lateralizações; (b) identificação e discriminação visual; (c) associação de idéias; (d) retenção e evocação de conhecimentos, e mais uns dez outros tópicos sobre a relação linguagem e cognição.

Tópicos referentes à memória, atenção e motivação serão discutidos para a compreensão da relação dislexias e ajustamento (desajustamento) emocional. Aqui, postularemos que há uma relação muito próxima ou estreita entre formas de desajustamento emocional, grosseria e até delinqüência juvenil e dislexias.

5. - Metodologia de ensino:

5.1. O componente pedagógico será desenvolvido, em sala de aula, através de aulas e discussões teóricas, estudos de relatos e casos de crianças, jovens ou adultos com manifestações da síndrome disléxica.

Serão encontros expositivos, acompanhadas de diversos exemplos, que deverão auxiliar os alunos na reflexão e crítica dos textos apresentados na disciplina. Para a aplicação dos conhecimentos adquiridos em sala, os alunos deverão elaborar as seguintes atividades acadêmicas: (a) Comentários críticos aos textos indicados pelo professor, em forma de breve resenha; (b) Análise dos dados da da Sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia.
e (c) Elaboração de um Glossário de Termos Psicolingüísticos Relacionados com as dificuldades específicas em leitura, a título de um trabalho final, de caráter individual, seguindo as orientações metodológicas do professor e o rigor do trabalho cientifico e normalização da ABNT.

5.2. As aulas teóricas, ou mais, precisamente, as discussões teóricas, em sala de aula, têm um caráter essencialmente dialógico, expositivo e reflexivo e servem para introduzir os conceitos que serão explorados nas aulas práticas, nas observações dos dados coletados na Sondagem, nas quais os alunos aplicarão e consolidarão os seus conhecimentos com a ajuda de notas de aulas, seminários temáticos, propostas de atividades por escrito e elaboração do glossário especializado na área de Aquisição de Linguagem de suas perdas lingüísticas (ou comprometimentos psicolingüísticos).

A atividade de construção de um glossário terminológico na área dislexiológica, para esta PP, será uma sugestão importante para o enriquecimento terminológico, constituindo, pois, uma atividade acadêmica obrigatória por parte dos graduandos.

5.3. Para o desenvolvimento desta PP, dentro e fora da sala de aula, consideraremos o seguinte: em sala de aula, faremos exposições sobre tópicos da dislexiologia bem como faremos a discussão de leitura de textos extraídos da bibliografia básica e complementar. Teremos os seminários temáticos, oportunidade em grupos, indicados pelo professor (ordem alfabética é o critério da formação grupal), farão apresentações, de até 15 minutos, viabilizando a participação do grupão na discussão.

Os grupos não poderão ultrapassar a 5 membros, favorecendo, assim, uma divisão de tarefas: coordenador, redator, revisor, relator e editor final da atividade acadêmica que, em geral, é cobrada, por parte do professor, um resumo, de até 1 página, da apresentação do grupo em sala de aula.

Os alunos poderão acessar aos textos do professor sobre o assunto bem como de alunos que já apresentaram atividades na área, em semestres anteriores, para que os atuais tomem como referência de estudos e de formatação para edição on-line. O acesso aos textos extraídos da bibliografia será feito pelo blog
http://uva-letras-sobral-pesquisa-dislexia.blogspot.com/ ou então /http://gedel-dislexias.blogspot.com/

Os trabalhos, especialmente artigos e resenhas, sempre valendo notas para avaliação parcial na disciplina, devem ser encaminhados ao professor Vicente Martins, pela internet, através de seu e-mail. Durante os encontros presenciais ou não-presenciais, sob a tutoria do professor Vicente Martins, os alunos deverão elaborar atividades acadêmicas (especialmente, os artigos científicos e resenhas) e enviá-los ao endereço eletrônico do professor:
vicente.martins@uol.com.br.
Os trabalhos dos graduandos, devidamente analisados e avaliados, na perspectiva de publicação on-line, poderão ser lidos, discutidos e apreciados no site oficial da disciplina. Após lidos, corrigidos e avaliados pelo docente, poderão ser publicados em outros sites ou mídias impressas (jornais e revistas nacionais) para favorecer o intercâmbio de idéias e opiniões sobre o assunto com outros internautas. No futuro, os artigos científicos poderão ser material valioso para uma revista de estudos lingüísticos do Curso de Letras. Poderão ser publicados os artigos em:
http://uva-letras-sobral-pesquisa-dislexia.blogspot.com/

A idéia do professor Vicente Martins é que o aluno, em Sobral, esteja antenado com o escol de pesquisadores, professores e graduandos e pós-graduandos desejosos de discutir e aprofundar os temas de psicolingüística relacionados a aquisição da linguagem. 5.4. Orientação para a elaboração das resenhas: lembre-se de que uma resenha é uma apreciação crítica de um texto qualquer em que você, com suas próprias palavras, demonstra não somente ter compreendido o texto, mas exercido sobre ele um julgamento crítico. Você não é obrigado(a) a fazer menção de todas as idéias do texto, apenas aquelas que sirvam de ilustração ao seu raciocínio.

A Resenha que solicito para cada um dos textos básicos que compõem o programa da disciplina deverá ser até 02 (duas) laudas, utilizando-se para isso da fonte Times New Roman, nº 12. Elabore as resenhas até antes da discussão em sala de aula para que aquela possa ser bem mais proveitosa, além do que as aulas se tornem mais participativa. Lembre-se que o caráter participativo da aula depende muito das leituras dos textos. Não deixe, portanto, para elaborar a resenha após a discussão da mesma. Entregue as resenhas ao professor
vicente.martins@uol.com) após os momentos em que cada uma delas será discutida.

Sugestão: não acumule resenhas, não deixe para depois; entregue cada uma após o seu correspondente momento de discussão. Entregue cada resenha unicamente na forma “digitada”; nunca “manuscrita”.Coloque apenas o seu nome na resenha, de preferência logo abaixo do título, margeada no lado direito da página. Leia quantas vezes for necessário cada texto, sem pressa, fazendo as devidas anotações, apreciações, comentários, críticas, etc, ao lado do próprio texto ou em folha separada. Sugiro que leia mais de uma vez, no mínimo, cada texto.

Lembre-se que: 1. não se faz uma boa formação sem leituras; 2. nunca lemos suficientemente, ou seja, toda leitura que fazermos devemos considerar ainda pouco; 3. nos tornamos melhores, em tudo, quando lemos. 5.4. Orientação para a elaboração dos artigos: O artigo é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.

O artigo tem como objetivo divulgar estudos e pesquisas no meio científico visando à evolução do conhecimento e das ciências. (veja, nas bibliotecas ou sites indicadas pelo professor, modelos de artigos publicados em revistas).

Os artigos deverão ter 6 a 10 páginas, digitados e entregues gravados em CD, juntamente com uma cópia impressa. Os artigos deverão ser elaborados individualmente em grupos de até três alunos (livremente escolhidos entre os pares). Observação muito importante: todos os textos adotados pelo professor Vicente Martins, para a presente disciplina, deverão ser, sempre que possível, citados nos artigos e deverão, pois constar, na lista de referência bibliográfica 6. Sistemática de avaliação

6.1. Média Final da disciplina: Serão feitas três avaliações, conforme a sistemática da UVA, levando-se em conta a participação nas atividades orientadas pelo professor, freqüência às aulas (75 por cento de presença) e contribuição dos alunos para o aprofundamento de estudos dos colegas de aula. A partir daí, será tirada a Média Final.


Todavia, salientamos que o sentido que damos, aqui, na PP, é a aprendizagem como princípio da avaliação. A avaliação não tem por fim aferição, atribuição de notas, mas a observação do pensamento próprio do aluno em se tratando de situações em que pode vir a se deparar com crianças que manifestam, em sala de aula, dificuldades ou síndromes disléxicas.

5.1. As Avaliações Parciais (AP1 e AP2) deverão ser através de elaboração de artigos científicos sobre os tópicos das dificuldades no aprendizado da leitura, apresentação de seminário temático e entrega de trabalho de conclusão da disciplina, por escrito, ao professor, incluindo o Glossário de Termos Psicolingüísticos relacionados com a Aquisição da Linguagem, Leitura e Escrita.

Os artigos científicos não têm por fim unicamente a avaliação, uma vez que serão elaborados com fins de publicação no blog da disciplina Aquisição da Linguagem. Para a nota de AP3, a aplicação e a análise dos dados da Sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia se constituirá, em termos de avaliação, o momento áureo da PP. A avaliação formativa para a PP é, no nosso entendimento, o critério de avaliação de rendimento acadêmico mais recomendado para a definição de notas ou de média final no final da Prática de Pesquisa.

7. Bibliografia básica (compulsada para a Prática da Pesquisa, disponível nas pastas das disciplinas Leitura e escrita e Aquisição da Linguagem, ministradas pelo professor Vicente Martins):

1. BALIEIRO JR, Ari Pedro. Psicolingüística. In MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina. (orgs.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras, v.2. São Paulo: Cortez, 2001. pp.171-201

2. BRASIL. Ministério da educacão.
Consulta ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB. Brasília: MEX/INEP. Documentos disponiblizados, por municípios, na internet: http://ideb.inep.gov.br/Site/

3. COLOMER, Teresa, CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2002. P. 59-88.

4. COLOMER, Teresa, CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2002. P. 29-57.

5. CONDEMARÍN, Mabel, MEDINA, Alejandra. Avaliação autêntica: um meio para melhorar as competências em linguagem e comunicação. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2005. p. 49-88.

6. CRAVEIRO, Ana Nery Marinho. Dificuldades na aquisição da língua escrita e metacognição: perspectivas de solução. In CRUZ, Silvia Helena Vieira, TETRALANDA, Mônica (orgs.). Linguagem e educação da criança. Fortaleza: UFC, 2004. P.300-316.
7. DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006.

8. DEL RÉ, Alessandra. A pesquisa em aquisição da linguagem: teoria e prática. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.13-44

9. FERNBACH, Mônica de Araújo. Escrita e interação. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. 135-167.
10. FRANÇOIS, Frédéric. O que nos indica a “linguagem da criança”: algumas considerações sobre a “linguagem”. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. Pp.183-200.

11. GUEDES, Paulo Coimbra, SOUZA, Jane Mari de. Não apenas o texto, mas o diálogo em língua escrita é o conteúdo da aula de português. In NEVES, Iara Conceição Bitencourt et ali (orgs.). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: UFRGS, 2006. P. 137-156.

12. KATO, Mary A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolingüística. São Paulo: Ática, 1990. pp. 98-138.

13. KAUFMAN, Diana. A natureza da linguagem e sua aquisição. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. pp.51-71.

14. LINS, Sylvie Delacours. Representações da leitura no inicio da alfabetização. In CRUZ, Silvia Helena Vieira, TETRALANDA, Mônica (orgs.). Linguagem e educação da criança. Fortaleza: UFC, 2004. P.287-299.

15. LYONS, John. Linguagem e lingüística: uma introdução. Tradução de Marilda Winkle Averbug. Rio de janeiro: Guanabara, 1999. PP.219-243.

16. MARCHI, Diana Maria. A literatura e o leitor. In NEVES, Iara Conceição Bitencourt ali (orgs.). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: UFRGS, 2006. P. 159-165.
17. MARTINS, Vicente. O método fônico na alfabetização de crianças. In CLEBSCH, Júlio. Educação 2008: as mais importantes tendências na visão dos mais importantes educadores. Curitiba: Multiverso, 2008. p. 142-143.

18. MARTINS, Vicente. Para uma proposta de Sondagem das dificuldades em leitura, escrita e ortografia. SHAYWITZ, Sally. Entendendo a dislexia: um novo e completo programa para todos os níveis de problemas de leitura. Porto Alegre: Artmed, 2006. P. 101-108. [Proposta originalmente apresentada ao Grupo de Trabalho do MEC (SEESP/SEB, Brasília).

19. MARTINS, Vicente. Psicolingüística e a Patologia da Linguagem. Sobral: UVA/Proed/Iade, 2008. (Apostila adotada na Pós-graduação)

20. MELO, Lélia Erbolato. Principais teorias/abordagens da aquisição de linguagem. In MELO, Lélia Erbolato (Org.). Tópicos de psicolingüística aplicada. 2ª ed. São Paulo: Humanitas/FFLCH/USP, 1999. pp.25-53

21. PAULA, Francirene de Souza. O redimensionamento do processo de alfabetização no Ceará. In CRUZ, Silvia Helena Vieira, TETRALANDA, Mônica (orgs.). Linguagem e educação da criança. Fortaleza: UFC, 2004. P.352-369.

22. PRÉNERON, Christiane. Distúrbios da linguagem oral e da comunicação das crianças. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp 63-83.

23. PUYUELO, Miguel, RONDAL, Jean-Adolphe. Manual de desenvolvimento e alterações da linguagem na criança e no adulto. Tradução de Antonio Feltrin. Porto Alegre: Artmed, 2007. p.221-276.

24. SCARPA, Ester Mirian. Aquisição da linguagem. In MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina. (orgs.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras, v.2. São Paulo: Cortez, 2001. pp.203-232.

25. SHAYWITZ, Sally. Entendendo a dislexia: um novo e completo programa para todos os níveis de problemas de leitura. Tradução de Vinicius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 101-133.

26. SMITH, Frank. Leitura significativa. 3ª Ed.Tradução de Beatriz Affonso Neves.Porto Alegre: Artmed, 1999. P.19-49.

27. VIGOTSKI, L.S. Pensameno e linguagem. tradução de Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 200. p. 11—63.

O presente plano de docência foi atualizado pelo professor Vicente Martins no período de 6 a 13 de outubro de 2008.


Escreva para o professor Vicente Martins para trocar idéias e opiniões sobre dislexias:
vicente.martins@uol.com.br .


Blog da Prática de Pesquisa em dislexias: http://uva-letras-sobral-pesquisa-dislexia.blogspot.com/